terça-feira, 12 de julho de 2011

Reunião do Comitê Gestor da Cajucultura do RN

Daqui há pouco, (às 9:00 h.), na sede da COOPAPI acontece a reunião do Comitê Gestor da Cajucultura do Estado do Rio Grande do Norte.
Aguardem mais informações. 

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Convite Solenidade Convênio COOPAPI / Secretaria da Agricultura do RN

C O N V I T E

A COOPAPI vem através deste convidar V. Sa. para participar da Solenidade de Assinatura de Convênios da COOPAPI e a Secretaria de Estado da Agricultura da Pecuária e Pesca do RN - SAPE.

Na oportunidade contaremos com a presença do Secretário Carlos Alberto de Sousa Rosado (Betinho Rosado) e trataremos de assuntos do interesse da Cadeia Produtiva do Mel e da Castanha no Estado do Rio Grande do Norte.

Local: Apodi – RN / Sede da Coopapi
Data: 09/07/2011 (sábado)
Horário de início: 09:00 h.

Certos de contarmos com sua presença agradecemos antecipadamente.

Direção da COOPAPI.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fátima Tôrres - ex Presidente da COOPAPI

Fátima de Lima Torres nasceu no dia 12 de novembro de 1975 no Sítio Urbano município de Apodi. Filha dos Agricultores João Torres e Francisca Maria de Lima Torres. Tem dois filhos. 

Iniciou os estudos na própria comunidade do 1º ao 4º em uma escola improvisada, multiseriada na residência da Senhora Francisca Francineide de Menezes, ao qual sempre agradece pelos ensinamentos, carinho e afeição. Do 5º ao 7º ano estudou na Escola Antonio Dantas sendo transferida para a Escola Gerson Lopes e passou a trabalhar durante o dia nas residências de algumas famílias e estudar a noite. Nesta época fez parte do Grupo de Jovens da paróquia de Apodi Leigos Denhonianos. Participou também da catequese da paróquia do município. Concluiu o segundo grau (magistério) na Escola Professor Antonio Datas.

Passou na seleção para Agente Comunitário de Saúde e voltou para a sua comunidade para trabalhar com o agente de saúde.

Movida pela utopia de melhorar a vida das pessoas de sua comunidade envolve-se no trabalho da Associação que estava sendo criada, inicialmente como sócia, depois como tesoureira e finalmente como presidente. A primeira grande conquista dessa associação foi a instalação da energia na comunidade e mais tarde a construção da capela. Foi através da associação que teve oportunidades de receber juntamente com os demais agricultores(as) formação, capacitação e militância política institucional.

De 1996 a 2003 Fátima vivenciou a experiência de trabalhar na área da saúde no meio rural e conviver diretamente com agricultura de subsistência que nos anos de seca massacrava ainda mais todos que ali viviam. Neste período fez o curso técnico de enfermagem através do Programa de Formação Profissional dos Servidores da Saúde.

Integrou-se ao trabalho de implantação e desenvolvimento da apicultura já iniciado no Sítio Retiro pela Associação de Apicultores, no Sítio Córrego através da Associação de Mini Produtores de Córrego e Sítios Reunidos - AMPC e mais tarde em todas as pequenas comunidades vizinhas. Participou na discussão do fórum de Apicultura no município de Apodi, com o objetivo de buscar melhorias para esta atividade que vinha para substituir o algodão,  porém mais bem mais complexo em virtude do aparato tecnológico que a atividade necessita.

Em 2003 partindo das orientações do fórum que não eram mais só de Apodi e sim do Estado do Rio Grande do Norte foi sócia fundadora da Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentável COOPAPI. Fátima participou na 1ª diretoria como diretora financeira de 2003 a 2006 onde na mesma época e iniciou o Curso de Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – Núcleo de Caraúbas, concluindo-o em 2008.

Já na 2ª gestão da COOPAPI foi eleita diretora Presidente continuando um trabalho e criando outros departamentos na COOPAPI. Participou na implantação do projeto de cajucultura do Estado do RN. Trabalhou juntamente com a sua equipe as questões da Apicultura, Educação no Campo, Inclusão Digital e agregação de valor ao produtor da Agricultura Familiar. Assim como também trabalhou a articulação política para a criação da União das Cooperativas da Agricultura Familiar do Estado do Rio Grande do Norte - UNICAFES/RN onde assume o cargo de Diretora de Formação.

A partir de 2010 assume seu segundo mandato na COOPAPI. Foi coordenadora de Agricultura da Prefeitura Municipal de Apodi de janeiro a abril de 2010. Foi articuladora territorial da pesca e aqüicultura no território Sertão do Apodi, através de Convênio do Ministério da Pesca e a Cooperativa dos Trabalhadores Autônomos - CTA. Atualmente (2010 a 2013) é técnica da Célula de Informação e Acompanhamento do Território Sertão do Apodi através de um projeto de pesquisa e extensão da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte financiado pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário através do CNPQ.

sábado, 2 de julho de 2011

Convite Reunião do Comitê Territorial do PDHC 05-07-11

C O N V I T E

O Ministério do Desenvolvimento Agrário, por meio do Projeto Dom Heldér Câmara, da Secretaria de Desenvolvimento Territorial e da Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário convida para a reunião do Comitê Territorial do PDHC/SDT/MDA no Sertão do Apodi que se realizará no dia 05 de julho, no auditório do STR no Município de Caraúbas/RN, com início às 8 horas.

Apodi (RN), 29 de junho de 2011.

Aurinete Lima de Oliveira da Silva
Coordenadora do comitê territorial do PDHC/SDT/MDA no Sertão do Apodi

Rosane Fernandes de Sousa Gurgel
Supervisora do PDHC/SDT/MDA
Secretária do comitê territorial do PDHC/SDT/MDA

domingo, 26 de junho de 2011

Coopapi está de luto

Ontem a noite (25-06-2011) faleceu José Agnaldo Alves Pinto, (Agnaldo de Antonio de João Amor), 28 anos, residente e domiciliado no Sìtio Córrego. Ele que é cooperado da COOPAPI. 
Em nome desta queremos desejar nossos sinceros pêsames a seu filho (Kauan), Sua Esposa  Andréia, seus pais e a toda a família, alías todos do Córrego. 

Obs.: Amigo Agnaldo, não vou esquecer todos os momentos bons que tivemos juntos, nos grupos de Jovens (GRUASP e GRUJOSP) e na Capela de São Pedro, sempre disponivel e nos ajudando quando precisávamos. 

Pudemos compartilhar ideais que deverão ser seguidos por todos aqueles que são pessoas de bem. 

Que Deus possa te acolher ao seu lado.Muito obrigado por ter sido exatamente como foi.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Fazenda muda conceito de Agricultura Familiar

Mauro Zanatta

O governo decidiu alterar o conceito de agricultura familiar para  ampliar os benefícios oficiais ao segmento. O Ministério da Fazenda permitirá o enquadramento de famílias "com um ou dois membros" cujas atividades "não-agrícolas" sejam exercidas fora do estabelecimento rural. Hoje, a lei prevê que a mão de obra empregada na propriedade seja "predominantemente" da própria família.

A medida para permitir a chamada "pluriatividade" foi anunciada ontem, em audiência no Senado, pelo secretário-adjunto de Política Econômica da Fazenda, Gilson Bittencourt. A alteração fará parte da reforma do Manual de Crédito Rural (MCR), antecipada pelo Valor em meados de maio. O MCR está em vigor há quase meio século. A última revisão das normas ocorreu em 1980.

O conceito de agricultura familiar inclui atualmente o limite de quatro módulos fiscais (20 a 400 hectares, segundo o município), maior parte da renda originada da propriedade, além de condução pessoal do negócio. "A simplificação das normas vai ajudar muito o pequeno produtor", disse Bittencourt aos senadores da Comissão de Agricultura.

O governo também resolveu alterar as regras do MCR para eliminar as "diversas limitações" que impedem hoje um agricultor familiar enquadrado em determinado grupo de acessar recursos destinados a outro conjunto de produtores. "O manual será uma única resolução e a partir daí será a principal, mas não a única, legislação para o crédito rural", afirmou o secretário-adjunto. "Hoje, é um depósito de todas normas, com resoluções, leis, circulares, um apanhado de 85% normas do crédito rural que são alteradas pelo CMN".

As alterações no MCR também limitarão o endividamento de produtores familiares em operações de custeio e investimento. Haverá limites específicos para risco assumido pelas instituições financeiras e o chamado "risco da União".

Hoje, a União tem operado mais com subsídios aos juros da operações e deixado de assumir riscos financeiros. Os bancos têm emprestados R$ 44 bilhões das chamadas exigibilidades, percentual dos depósitos à vista que são obrigados a emprestar ao setor rural. Hoje, as exigibilidades estão em 29%. Até o ano-safra 2014/15, voltará a 25%. "As operações hoje são a maioria de risco bancário, o que torna mais difícil novas renegociações de dívidas", disse Gilson Bittencourt. "Em qualquer intervenção do governo nesse processo, há necessidade de pagamento adicional".

O novo Plano de Safra 2011/12 prevê R$ 107 bilhões para agricultura empresarial e outros R$ 16 bilhões aos produtores familiares. Nas novas regras, o governo incluirá tratamento especial a dois grupos de agricultores familiares: os assentados da reforma agrária e os agricultores de baixa renda. Haverá a unificação das linhas e dos prazos máximos de reembolso das diversas linhas de investimento.

O Pronaf Investimento será somado ao programa Mais Alimentos. O governo também estenderá aos familiares a renovação anual simplificada das operações de crédito para "agilizar e reduzir" os custos. "Na medida em que, a cada ano, o produtor vá pagando, o limite vá se abrindo e ele não precise trazer toda a documentação ao banco", afirmou Bittencourt.

Palestra sobre Produção do Gergelim Orgânico para a Região Nordeste - Convite

PALESTRA DA EMBRAPA
convite

PERÍODO: 22 de JUNHO de 2011

No dia 22 de junho de 2011 (quarta-feira), será proferida uma palestra sobre a “Produção do Gergelim Orgânico para a Região do Nordeste do Brasil” na cidade de Apodi-RN, tendo como palestrante o pesquisador da Embrapa Algodão de Campina Grande-PB, Vicente de Paula Queiroga, cujo evento está sendo coordenado pela Coopapi de Apodi-RN, visando a capacitação de seus técnicos locais, produtores de agricultura familiar, médios produtores e os demais públicos: alunos e professores de Escola Agrotécnica Federal, associações de agricultores e cooperativas, técnicos da carteira agrícola do Banco do Brasil, técnicos de secretária municipal, etc (Total de participantes: 100 pessoas). O tema abordado da pelestra será toda cadeia produtiva da referida espécie, a qual é considerada um sistema. E esse sistema é dividido em 3 partes: subsistema produtivo, subsistema de transformação e subsistema de comercialização. O tempo de duração da palestra será de 3 horas, previsto o início da palestra às 8 horas da manhã. 

Local: Auditório da Associação Sítio Córrego - AMPC, município de Apodi-RN.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Manifesto do Fórum do Campo Potiguar

No dia 16 de junho de 2011 o Fórum do Campo Potiguar – FOCAMPO, organismo criado no início da década de 90 que congrega movimentos de representação política dos agricultores e agricultoras familiares e entidades de assessoria que atuam no meio rural retomam suas ações no Rio Grande do Norte (RN), fortalecido pela unidade das Lutas no Campo, focado na construção cotidiana de uma proposta de convivência com o Semi-árido como um processo de aprendizagem social amplo, marcada pelo respeito à natureza, se contrapondo ao modelo agrícola baseado no agronegócio, no uso de agrotóxico e no monocultivo, concentrador de terra e renda e destruidor do meio ambiente e da Vida.

Nesta Carta, fazemos um registro que no decorrer dos anos no RN os trabalhadores no Campo vivenciaram as experiências falidas e desastrosas dos Grandes Projetos de Irrigação, a exemplo dos Projetos localizados hoje nos Perímetros Irrigados implantados pelo DNOCS nos municípios de Pau dos Ferros, Caicó, Cruzeta e no Baixo Açú. É constatado por toda sociedade norte-rio-grandense que essas iniciativas provocaram sérios desastres ambientais, econômicos e sociais, acentuadamente com endividamentos dos agricultores familiares, tornando-os reféns dos agentes financeiros, forte contaminação ambiental do solo e da água, e da saúde da população atingida com notável elevação de casos de câncer nas famílias dos trabalhadores, expropriação dos imóveis de famílias que viveram culturalmente há anos, e por fim, casos de trabalho escravo e condições precárias de trabalho. É esse o cenário nefasto que o DNOCS deseja instalar na Chapada do Apodi.

Diante desses impactos já comprovados pela história, a Chapada do Apodi encontra-se AMEAÇADA com o projeto de irrigação da Barragem Santa Cruz em Apodi que vem na contramão dessa celebração da Vida, que acontece nas comunidades e nos assentamentos rurais do Sertão do Apodi há mais de 100 anos.

Nessa região se concentram as principais experiências de Agroecologia e produção de alimentos da Agricultura Familiar voltada para a segurança alimentar das famílias camponesas e da população das cidades através da caprinocultura, produção de leite, apicultura, cultivos agroecológicos que incluem variedades encontradas somente em Apodi no caso do Arroz Vermelho, certificação orgânica da produção, organização das mulheres, o cooperativismo solidário responsável pelo beneficiamento e comercialização para o mercado institucional e na exportação do mel e da amêndoa da castanha de caju, o manejo da caatinga, a valorização do conhecimento popular e artesanato, a captação e gestão das águas com as cisternas de placas, barragens subterrâneas e o desenvolvimento de práticas que valorizam o sentimento de pertencimento e a integração da população ao semiárido.

É salutar destacar que toda essa dinâmica são frutos da organização dessas famílias e dos investimentos de vários Ministérios do Governo Federal, especialmente pela Reforma Agrária executada pelo INCRA, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF, o Programa Nacional de Crédito Fundiário – PNCF, o Projeto Dom Helder Câmara - PDHC, Programa Territórios da Cidadania, entre outros.

Neste momento, nossa luta central é resistir, denunciar e exigir que o Governo Federal, REVOGUE o decreto que torna de utilidade pública 13.855,13 hectares na Chapada do Apodi para fins de desapropriação pelo DNOCS, e DIALOGUE com os movimentos sociais, outra propositura, que leve em consideração a longa e dura luta dos agricultores familiares camponeses da Chapada do Apodi na convivência com o Semi-árido Potiguar, que serve de exemplo, em todo Brasil.

As grandes conquistas sempre foram e será obra do povo organizado. E, nós do Fórum do Campo Potiguar unidos aos demais movimentos sociais libertários deste estado, nos comprometemos a lutar, combater e resistir a toda e qualquer ação que gere injustiça contra o povo trabalhador do campo e da cidade.

“Fora DNOCS e pela Vida em Apodi”!!!
Natal-RN, 16 de junho de 2011

ARTICULAÇÃO DO SEMI-ÁRIDO – ASA POTIGUAR | ASSEMBLÉIA POPULAR (RN) | COMISSÃO PASTORAL DA TERRA – CPT | FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NA AGRICULTURA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE – FETARN | FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS NA AGRICULTURA FAMILIAR – FETRAF | MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA – MST | MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO DOS SEM TERRA – MLST | REDE NACIONAL DE ADVOGADOS E ADVOGADAS POPULARES – RENAP | SINDICATO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS RURAIS DE APODI

Territórios da Cidadania se reúnem em Natal e debatem Brasil Sem Miséria.


A cidade de Natal (RN) sedia até a próxima sexta-feira (17) a Oficina de Planejamento da Rede Nacional de Colegiados do Programa Territórios da Cidadania. O evento, iniciado na terça-feira (14), está sendo realizado no Hotel Praia Mar, em Ponta Negra. O secretário nacional de Desenvolvimento Territorial do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SDT/MDA), Jerônimo Rodrigues Souza, participa do encontro, que conta também com a presença de representantes dos 27 estados da Federação.

Durante a abertura do evento, o secretário Jerônimo Rodrigues fez uma apresentação do Plano Brasil Sem Miséria, lançado recentemente pela presidenta Dilma Rousseff. O plano é um dos principais programas do governo federal, destinado a melhorar a vida de 16,2 milhões de pessoas que vivem em casas em que a renda mensal é de até R$ 70 per capita. Jerônimo lembrou que grande parte desse público encontra-se no meio rural, portanto, contando com ações diretas do MDA.

O secretário também apresentou as diretrizes da Política de Desenvolvimento do Brasil Rural (PDBR) e a importância da abordagem territorial na articulação de políticas públicas. Ele fez uma exposição sobre a abordagem territorial e sua relação com a estratégia de erradicação da pobreza extrema. “Estamos construindo uma política pública diferenciada no Brasil, uma política baseada em territorialidades, que leva em conta a economia, as bacias hidrográficas e a cultura do povo”, destacou.

A oficina tem como principal objetivo o fortalecimento do processo político organizativo da rede nacional de colegiados territoriais. Segundo a coordenação do encontro, esse é o momento de elaboração do planejamento estratégico da rede, assim como, de contribuição para fortalecer a coesão e integração entre os membros da coordenação política das redes.

Programa Territórios da Cidadania

Nos últimos anos, o Brasil avançou na redução das desigualdades sociais e regionais. Para enfrentar o desafio de melhorar a qualidade de vida dos brasileiros que vivem nas regiões que mais precisam, especialmente no meio rural, o governo federal lançou, em 2008, o Programa Territórios da Cidadania. A iniciativa tem como objetivos promover o desenvolvimento econômico e universalizar programas básicos de cidadania por meio de uma estratégia de desenvolvimento territorial sustentável.
A participação social e a integração de ações entre governo federal, estados e municípios são fundamentais para a construção dessa estratégia.